Sexta-feira, sempre a mesma coisa.
17:59 e... LIVRE!
"Não, ainda tem aula."
A única coisa que essa sexta-feira teve de atípica foi que eu me revoltei com ela.
Não aconteceu nenhuma tragédia, nada fora do comum.
Eu tava cansada da semana e me mandaram um e-mail inofensivo, quase um toque - mas, naquela sexta-feira, as 17:30, aquele e-mail foi a gota d'água.
Saí correndo, pra variar.
"Tenho que pegar o trem."
Pra quem nunca pegou o trem das 18:20 eu explico: não importa se é grávida, velho, se não tem uma perna...
É uma selva. Não duvido que algum dia dê merda... As pessoas perdem os escrúpulos por um lugar pra sentar.
Ainda mais na sexta-feita.
Era semana de Feira do Livro. Sinceramente, depois que eu comecei a "ter" que passar por ela todo o dia, perdeu a graça.
Passei correndo no meio da feira pra cortar caminho e achei um espaço que, se não me engano, se chamava "Nossa Porto Alegre" ou "Querida Porto Alegre"... Não sei. Eu tava correndo e minha memória é uma merda.
A questão é que eu, não sei por que, resolvi parar.
Era uma parede cheia de bilhetinhos de pessoas que passaram por ali.
Achei que ia encontrar só palhaçada escolar, tipo "Fulano 100% alguma-coisa-idiota" (acho que tô ficando velha...).
Enfim, não era nada disso (claro).
A maioria das mensagens falava de preservação ambiental, política...
Tinha o clichê de uma guriazinha de 7 anos "Cuide da nossa cidade, não jogue lixo na rua".
Tão bonitinha a letra da guria... Não precisava o idiota do pai mandar a guria assinar "Fulana, 7 anos."
Ia ser fofo de qualquer jeito.
Viu ? Quando eu digo que sou chata é verdade.
No meio daquele monte papelzinho colorido, encontrei uma letra conhecida.
Nem precisei ver a assinatura, a frase era a cara da pessoa.
Não, eu não lembro qual era a frase!
Eu fiquei tão feliz de ter encontrado aquilo... Como se fosse um tesouro perdido, sei lá.
Pode parecer idiota, mas fazer o que, senti mesmo.
"Vou me atrasar pra aula..."
No reflexo de sair correndo, vi uma barraca de prova daqueles sucos AdeS, de soja.
Mesmo sabendo que o troço é horroroso, eu fui e bebi.
Botei metade fora.
No lixo.
Quando encontrei o lixo, ouvi na barraca de Concertos Zaffari uma "orquestra" de 5 pessoas tocando "She Loves You".
Parei pra ouvir, claro!
Adorei não só a música, mas as pessoas que, na correria e no cansaço de uma sexta-feira, pararam pra ouvir e dançar no meio da rua.
Depois a vida seguiu seu curso natural. Cheguei na aula e contei:
"Encontrei um bilhetinho adivinha de quem?"
Chute, chute, chute. Não acertou.
"Da Mariiii!" - quase saltitante.
Em meio a risos debochados:
"E tu ficou tri faceira, né ?"
Hehe. Nada como alguém conhecer a gente ^^
sábado, 20 de novembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Não existe um jeito não-clichê de começar a falar de amor.
Eu tentei, mas é difícil!
Quando a gente pára e lembra daqueles momentos de ternura,
dos olhares apaixonados e das histórias cheias de graça,
é impossível não ficar com um sorriso besta na cara.
E ao escrever, esse sorriso abobado fica também muuito visível!
Por isso eu desisti (temporariamente) de procurar maneiras alternativas de escrever sobre o amor.
Quanto mais eu me esforço, mais eu uso os bordões!
A vontade de ficar junto em tempo integral, a vozinha de retardada no telefone...
Andar na rua escolhendo casa, brigando porque um quer adesivo de parede e o outro não...
Passar o dia deitado ao invés de ir pra Redenção...
Olhar House ao invés de jogar PES...
Ganhar um Ouro Branco, ou uma figurinha da Copa...
Quanto mais os dias passam, mais eu fico chata. Mais eu fico de saco cheio de tudo.
Mas cada vez que olho aquele olhinho puxado e beijo aquela boca perfeita,
mais vontade de viver eu sinto!
Tudo de ruim some.
Só quero ficar naquele abraço pra sempre!
Eu tentei, mas é difícil!
Quando a gente pára e lembra daqueles momentos de ternura,
dos olhares apaixonados e das histórias cheias de graça,
é impossível não ficar com um sorriso besta na cara.
E ao escrever, esse sorriso abobado fica também muuito visível!
Por isso eu desisti (temporariamente) de procurar maneiras alternativas de escrever sobre o amor.
Quanto mais eu me esforço, mais eu uso os bordões!
A vontade de ficar junto em tempo integral, a vozinha de retardada no telefone...
Andar na rua escolhendo casa, brigando porque um quer adesivo de parede e o outro não...
Passar o dia deitado ao invés de ir pra Redenção...
Olhar House ao invés de jogar PES...
Ganhar um Ouro Branco, ou uma figurinha da Copa...
Quanto mais os dias passam, mais eu fico chata. Mais eu fico de saco cheio de tudo.
Mas cada vez que olho aquele olhinho puxado e beijo aquela boca perfeita,
mais vontade de viver eu sinto!
Tudo de ruim some.
Só quero ficar naquele abraço pra sempre!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Sabe, eu sou uma pessoa que se cansa muito rápido da rotina. A merda é que esse espírito livre vive em conflito com meu lado pé no chão que quer casar, ter filhos e uma vida boa, tranquila.
E isso causa uma aflição desgranida.
Mas isso em casos extremos de TPM, ou de algum louco me xingando no trabalho. Nada demais.
Nada que um chocolate não resolva.
O que me incomoda mais na rotina, não é ela.
É o fato de eu me acostumar com ela.
É perceber que eu to saindo de casa sempre no mesmo minuto, sentando no mesmo lugar do ônibus, andando pelas mesas ruas, olhando as mesmas vitrines.
É me dar conta de que minhas pernas vão automaticamente pro mesmo lugar, e que eu não percebo NADA ao meu redor que não seja um carro que possa me atropelar.
Podem achar estranho, tosco, o que quiserem.
Mas, assim como eu sei que tem gente que se identifica com esse meu conflito existencial, também tem gente que acha soluções toscas pra não acabar pirando.
Foi muito simples e deu um resultado surpreendente!
Não planejei; Caiu a ficha do nada! (em um dos poucos momentos em que minha cabeça fica vazia!)
Por aquele mesmo caminho chato, eu comecei a olhar direto no olho de todas as pessoas que passavam por mim. (Pra quem não sabe, eu tenho um desvio de visão, chamado estrabismo. É leve. Charmoso. E me ajuda a ver o pastel e a coca ao mesmo tempo; ou seja, eu olhei muitos olhos MESMO!)
E como eu fiquei feliz!
As pessoas não entenderam, claro.
As mulheres acharam estranho, no mínimo.
Algumas crianças gostaram.
Outras botaram a língua.
Só depois que cheguei perto da parada é que me dei conta.
Só o fato de ter sido vista, e ter visto as pessoas DE VERDADE, não só vultos, me fez sentir mais viva.
E eu acho que só com essas minhas loucuras é que eu consigo manter equilíbrio sobre o que eu quero agora, e o que eu tenho que fazer agora, pra ter o que eu quero depois.
Então eu achei bacana escrever, porque escrever me ajuda também.
E se alguém ler, pode ajudar esse alguém também.
E aí vai ser mais bacana ainda.
Quem sofre do mesmo mal que eu, sabe bem o quanto é difícil lidar com isso.
É um eterno conflito interno.
Nunca sei 100% o que eu quero.E isso causa uma aflição desgranida.
Mas isso em casos extremos de TPM, ou de algum louco me xingando no trabalho. Nada demais.
Nada que um chocolate não resolva.
O que me incomoda mais na rotina, não é ela.
É o fato de eu me acostumar com ela.
É perceber que eu to saindo de casa sempre no mesmo minuto, sentando no mesmo lugar do ônibus, andando pelas mesas ruas, olhando as mesmas vitrines.
É me dar conta de que minhas pernas vão automaticamente pro mesmo lugar, e que eu não percebo NADA ao meu redor que não seja um carro que possa me atropelar.
Podem achar estranho, tosco, o que quiserem.
Mas, assim como eu sei que tem gente que se identifica com esse meu conflito existencial, também tem gente que acha soluções toscas pra não acabar pirando.
Foi muito simples e deu um resultado surpreendente!
Não planejei; Caiu a ficha do nada! (em um dos poucos momentos em que minha cabeça fica vazia!)
Por aquele mesmo caminho chato, eu comecei a olhar direto no olho de todas as pessoas que passavam por mim. (Pra quem não sabe, eu tenho um desvio de visão, chamado estrabismo. É leve. Charmoso. E me ajuda a ver o pastel e a coca ao mesmo tempo; ou seja, eu olhei muitos olhos MESMO!)
E como eu fiquei feliz!
As pessoas não entenderam, claro.
As mulheres acharam estranho, no mínimo.
Algumas crianças gostaram.
Outras botaram a língua.
E, pra não ter maiores problemas, não olhei para os homens.
NENHUM, tá!
A questão é que nem eu sabia o porquê de estar fazendo aquilo.Só depois que cheguei perto da parada é que me dei conta.
Só o fato de ter sido vista, e ter visto as pessoas DE VERDADE, não só vultos, me fez sentir mais viva.
E eu acho que só com essas minhas loucuras é que eu consigo manter equilíbrio sobre o que eu quero agora, e o que eu tenho que fazer agora, pra ter o que eu quero depois.
Então eu achei bacana escrever, porque escrever me ajuda também.
E se alguém ler, pode ajudar esse alguém também.
E aí vai ser mais bacana ainda.
segunda-feira, 22 de março de 2010
A Lagarta e Alice olharam-se uma para outra por algum tempo em silêncio: por fim, a Lagarta tirou o narguilé da boca, e dirigiu-se à menina com uma voz lânguida, sonolenta.
“Quem é você?”, perguntou a Lagarta.
Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: “Eu — eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento — pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então.
“O que você quer dizer com isso?”, perguntou a Lagarta severamente. “Explique-se!”
“Eu não posso explicar-me, eu receio, Senhora”, respondeu Alice, “porque eu não sou eu mesma, vê?”
“Eu não vejo”, retomou a Lagarta.
“Eu receio que não posso colocar isso mais claramente”, Alice replicou bem polidamente, “porque eu mesma não consigo entender, para começo de conversa, e ter tantos tamanhos diferentes em um dia é muito confuso.”
“Não é”, discordou a Lagarta.
“Bem, talvez você não ache isso ainda”, Alice afirmou, “mas quando você transformar-se em uma crisálida — você irá algum dia, sabe — e então depois disso em uma borboleta, eu acredito que você irá sentir-se um pouco estranha, não irá?”
“Nem um pouco”, disse a Lagarta.
“Bem, talvez seus sentimentos possam ser diferentes”, finalizou Alice, “tudo o que eu sei é: é muito estranho para mim.”
“Você!”, disse a Lagarta desdenhosamente. “Quem é você?”
O que as trouxe novamente para o início da conversação. Alice sentia-se um pouco irritada com a Lagarta fazendo tão pequenas observações e, empertigando-se, disse bem gravemente: “Eu acho que você deveria me dizer quem você é primeiro.”
“Por quê?”, perguntou a Lagarta.
Aqui estava outra questão enigmática, e, como Alice não conseguia pensar nenhuma boa razão, e a Lagarta parecia estar muito chateada, a menina despediu-se.
“Volte”, a Lagarta chamou por ela. “Eu tenho algo importante para dizer!”
Isso soava promissor, certamente. Alice virou-se e voltou.
“Mantenha a calma”, disse a Lagarta.
“Isso é tudo?”, retrucou Alice,engolindo sua raiva o quanto pôde.
“Quem é você?”, perguntou a Lagarta.
Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: “Eu — eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento — pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então.
“O que você quer dizer com isso?”, perguntou a Lagarta severamente. “Explique-se!”
“Eu não posso explicar-me, eu receio, Senhora”, respondeu Alice, “porque eu não sou eu mesma, vê?”
“Eu não vejo”, retomou a Lagarta.
“Eu receio que não posso colocar isso mais claramente”, Alice replicou bem polidamente, “porque eu mesma não consigo entender, para começo de conversa, e ter tantos tamanhos diferentes em um dia é muito confuso.”
“Não é”, discordou a Lagarta.
“Bem, talvez você não ache isso ainda”, Alice afirmou, “mas quando você transformar-se em uma crisálida — você irá algum dia, sabe — e então depois disso em uma borboleta, eu acredito que você irá sentir-se um pouco estranha, não irá?”
“Nem um pouco”, disse a Lagarta.
“Bem, talvez seus sentimentos possam ser diferentes”, finalizou Alice, “tudo o que eu sei é: é muito estranho para mim.”
“Você!”, disse a Lagarta desdenhosamente. “Quem é você?”
O que as trouxe novamente para o início da conversação. Alice sentia-se um pouco irritada com a Lagarta fazendo tão pequenas observações e, empertigando-se, disse bem gravemente: “Eu acho que você deveria me dizer quem você é primeiro.”
“Por quê?”, perguntou a Lagarta.
Aqui estava outra questão enigmática, e, como Alice não conseguia pensar nenhuma boa razão, e a Lagarta parecia estar muito chateada, a menina despediu-se.
“Volte”, a Lagarta chamou por ela. “Eu tenho algo importante para dizer!”
Isso soava promissor, certamente. Alice virou-se e voltou.
“Mantenha a calma”, disse a Lagarta.
“Isso é tudo?”, retrucou Alice,engolindo sua raiva o quanto pôde.
terça-feira, 9 de março de 2010
!
Decidi, um pouco antes de dormir, que de amanhã não passava.
Há muito tempo que eu vinha adiando...
Mas amanhã, tudo ia mudar.
Comecei a lembrar daquela lista que eu tinha feito
e não consegui esperar o sol nascer.
Com uma euforia inexplicável, pé por pé naquele piso gelado,
fui aos poucos recolhendo o essencial.
ERA HOJE!
Foi difícil conter o riso de ansiedade,
mas consegui não acordar ninguém.
Com meus óculos escuros, alguns livros, chocolate e
um cobertor, finalmente saí.
Impressionante como naquele exato minuto, tudo mudou.
De cara me senti diferente.
Olhei praquela casa atrás de mim e não senti nada.
Agora, sem lembranças, eu tava pronta!
Há muito tempo que eu vinha adiando...
Mas amanhã, tudo ia mudar.
Comecei a lembrar daquela lista que eu tinha feito
e não consegui esperar o sol nascer.
Com uma euforia inexplicável, pé por pé naquele piso gelado,
fui aos poucos recolhendo o essencial.
ERA HOJE!
Foi difícil conter o riso de ansiedade,
mas consegui não acordar ninguém.
Com meus óculos escuros, alguns livros, chocolate e
um cobertor, finalmente saí.
Impressionante como naquele exato minuto, tudo mudou.
De cara me senti diferente.
Olhei praquela casa atrás de mim e não senti nada.
Agora, sem lembranças, eu tava pronta!
sábado, 6 de março de 2010
Hoje, parada aqui, tô vendo um filme repetido.
O Tássio não tá mais aqui na frente pra nos contar dos roubos e acidentes em banheiro, e eu não sei o por que. Será que ele foi demitido, ou tá
naquele ponto ruim lá no nacional,
onde dá pra dormir nos papelões ?
Não sei.
Daqui a pouco, tenho certeza, aquele velho cadeirante com cara de tarado vai parar na frente da loja cara de camisas. Só não sei se vai estar com a rapariga loira, ou com a morena...
Aquela senhora com spray no cabelo vai passar, olhar, falar da filha, e seguir.
Na hora do almoço, quando vou sentar naquelas mesinhas escondidas, já sei que vou encontrar o casal de idosos que senta sempre no mesmo lugar (que era meu, antes de eu saber que era deles), vão pedir o mesmo prato:
ela carne, ele frango. Com uma taça de vinho branco, ao som de um radinho de pilha, provavelmente na Gaúcha.
Quando eu voltar, minha estrela do meio-dia vai estar me esperando pra contar as novidades, e dividir os mesmos rotineiros detalhes do nosso cotidiano.
Que, de vez em quando, nos surpreende com uma criança quase adulta falando "Ele destruiu até a caminha que a gente ainda nem pagou!", ou com um agradecimento pelo atendimento...
Até que, ao fim do dia (ou no meio dele, no caso de uma doce surpresa com gosto de Mc Donald's) nossos amados cheguem - de ônibus, e não no cavalo branco - pra nos tirar dessa monotonia e nos levar de volta para nosso Tão, Tão Distante :)
O Tássio não tá mais aqui na frente pra nos contar dos roubos e acidentes em banheiro, e eu não sei o por que. Será que ele foi demitido, ou tá
naquele ponto ruim lá no nacional,
onde dá pra dormir nos papelões ?
Não sei.
Daqui a pouco, tenho certeza, aquele velho cadeirante com cara de tarado vai parar na frente da loja cara de camisas. Só não sei se vai estar com a rapariga loira, ou com a morena...
Aquela senhora com spray no cabelo vai passar, olhar, falar da filha, e seguir.
Na hora do almoço, quando vou sentar naquelas mesinhas escondidas, já sei que vou encontrar o casal de idosos que senta sempre no mesmo lugar (que era meu, antes de eu saber que era deles), vão pedir o mesmo prato:
ela carne, ele frango. Com uma taça de vinho branco, ao som de um radinho de pilha, provavelmente na Gaúcha.
Quando eu voltar, minha estrela do meio-dia vai estar me esperando pra contar as novidades, e dividir os mesmos rotineiros detalhes do nosso cotidiano.
Que, de vez em quando, nos surpreende com uma criança quase adulta falando "Ele destruiu até a caminha que a gente ainda nem pagou!", ou com um agradecimento pelo atendimento...
Até que, ao fim do dia (ou no meio dele, no caso de uma doce surpresa com gosto de Mc Donald's) nossos amados cheguem - de ônibus, e não no cavalo branco - pra nos tirar dessa monotonia e nos levar de volta para nosso Tão, Tão Distante :)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
34
Faz tanto tempo que não sinto o que eu sentia antes,
que não me importo com aqueles velhos costumes...
"Perdeste tua essência", ouvi.
Mas acredito que não.
Apenas mudei. Moldei.
Acho tão bizarra a reação das pessoas frente a mudanças...
Estranho como ninguém elogiava minha gentileza,
meu bom humor, meu carinho e dedicação.
E impressionante como se sentem tão ofendidas
com minha nova expressão!
que não me importo com aqueles velhos costumes...
"Perdeste tua essência", ouvi.
Mas acredito que não.
Apenas mudei. Moldei.
Acho tão bizarra a reação das pessoas frente a mudanças...
Estranho como ninguém elogiava minha gentileza,
meu bom humor, meu carinho e dedicação.
E impressionante como se sentem tão ofendidas
com minha nova expressão!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Me espanto não sei se comigo ou com eles...
Pararam no tempo, ou eu que não acompanhei o ritmo ?
Como pode ?
Tantos sorrisos causarem náuseas,
tantos abraços que não viram nem lágrimas...
Não quero acreditar
mas sei que ela existe.
Pro bem ou pro mal, não sou eu quem insiste.
Vão ou fiquem, eu não ligo mais.
Já não há aquele velho "não te deixo jamais".
Egoísmo ou prepotência ?
Não, só enjôo mesmo!
O que me falta não é amor,
e sim paciência!
Pararam no tempo, ou eu que não acompanhei o ritmo ?
Como pode ?
Tantos sorrisos causarem náuseas,
tantos abraços que não viram nem lágrimas...
Não quero acreditar
mas sei que ela existe.
Pro bem ou pro mal, não sou eu quem insiste.
Vão ou fiquem, eu não ligo mais.
Já não há aquele velho "não te deixo jamais".
Egoísmo ou prepotência ?
Não, só enjôo mesmo!
O que me falta não é amor,
e sim paciência!
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