Não existe um jeito não-clichê de começar a falar de amor.
Eu tentei, mas é difícil!
Quando a gente pára e lembra daqueles momentos de ternura,
dos olhares apaixonados e das histórias cheias de graça,
é impossível não ficar com um sorriso besta na cara.
E ao escrever, esse sorriso abobado fica também muuito visível!
Por isso eu desisti (temporariamente) de procurar maneiras alternativas de escrever sobre o amor.
Quanto mais eu me esforço, mais eu uso os bordões!
A vontade de ficar junto em tempo integral, a vozinha de retardada no telefone...
Andar na rua escolhendo casa, brigando porque um quer adesivo de parede e o outro não...
Passar o dia deitado ao invés de ir pra Redenção...
Olhar House ao invés de jogar PES...
Ganhar um Ouro Branco, ou uma figurinha da Copa...
Quanto mais os dias passam, mais eu fico chata. Mais eu fico de saco cheio de tudo.
Mas cada vez que olho aquele olhinho puxado e beijo aquela boca perfeita,
mais vontade de viver eu sinto!
Tudo de ruim some.
Só quero ficar naquele abraço pra sempre!
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